UNICEF Youth Challenge Blockchain 2026 · Proteção à Infância
Cruzar sinais entre instituições sem que nenhuma veja o dado da outra — e fazer o repasse deixar rastro.
Auditorias de tribunais de contas apontam a ausência de uma “base eletrônica unificada e sigilosa” na rede de proteção. As duas palavras se contradizem para um banco de dados comum: unificar exige centralizar, e centralizar destrói o sigilo. Este protótipo entrega as duas.
Roteiro da demonstração
- 1UBS registra um sinalO que sai da unidade é um apelido e um envelope lacrado — nunca o dado.
- 2Escola registra outro sinalIndependente. A escola não sabe que a UBS existe.
- 3Cruzamento cifrado2 sinais coincidem sobre a mesma criança e sai um alerta.
- 4CREAS assume, com prazoO alerta cai em um órgão com nome e um relógio começa a correr.
- 5Passa para o Conselho TutelarO caso continua sendo do CREAS até o Conselho confirmar.
- 6O prazo vence e ninguém aceitouO caso vai sozinho para o Ministério Público. Ninguém segura.
- 7Painel públicoQuem marcou presença, quem não marcou, quantos prazos venceram.
Atores
UBS
Vê a lesão. Notificação compulsória em saúde.
Escola
Vê a falta reiterada e a mudança de comportamento.
CRAS
Vê a vulnerabilidade da família. Proteção básica.
CREAS
Destino técnico do alerta. Equipe permanente, não eletiva.
Conselho Tutelar
Hub legal obrigatório. Mandato eletivo de 4 anos.
MP
Destino de escalonamento. Cobra os demais.